quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Como São as Coisas...

Até ontem ela morria de amores por mim...

Mas as diferenças foram aparecendo quando ele era carinhoso comigo... carinhoso, atencioso, com um cuidado especial de pandas...

O Natal foi bom, mas gerou inveja, criou um monstro interno nela... ela gemia e murmurava todos os dias, noites e tardes com seus devanieios... até me expulsar...

Transferiu do seu subconciente a imagem do pai nele e na filha projetou a sua propria imagem...

Criou a frustração em pessoa, criou garras e presas afiadas para cortar...

Foi cruel até a morte... gritou! esfaqueou! lamuriou!

Falou aos setes ventos todas as suas frustrações em forma de agressões verbais baseadas na sua curta experiência sobre a vida, sobre minha pessoa, sobre sabedoria, com seu tom moralista, petista, ético, feminista, agressor... descontou nele toda sua febre que queimava seu corpo e pensamentos, tentando a todo custo mostrar a ele que eu era ruim...

Na filha desconta as frustações de não ter sido uma mulher desejada, é cruel...

No filho a dor de ter sido abandonada pelo homem que amou!

Triste fim que destruiu a familia... que destruiu nossa união... que destruiu a confiança num futuro bom...

Acabou!

Ja não existem mais natais, netos, sonhos...

Triste fim levará... longe de casa... jamais saberá o final feliz de cada um!

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