Até ontem ela morria de amores por mim...
Mas as diferenças foram aparecendo quando ele era carinhoso comigo... carinhoso, atencioso, com um cuidado especial de pandas...
O Natal foi bom, mas gerou inveja, criou um monstro interno nela... ela gemia e murmurava todos os dias, noites e tardes com seus devanieios... até me expulsar...
Transferiu do seu subconciente a imagem do pai nele e na filha projetou a sua propria imagem...
Criou a frustração em pessoa, criou garras e presas afiadas para cortar...
Foi cruel até a morte... gritou! esfaqueou! lamuriou!
Falou aos setes ventos todas as suas frustrações em forma de agressões verbais baseadas na sua curta experiência sobre a vida, sobre minha pessoa, sobre sabedoria, com seu tom moralista, petista, ético, feminista, agressor... descontou nele toda sua febre que queimava seu corpo e pensamentos, tentando a todo custo mostrar a ele que eu era ruim...
Na filha desconta as frustações de não ter sido uma mulher desejada, é cruel...
No filho a dor de ter sido abandonada pelo homem que amou!
Triste fim que destruiu a familia... que destruiu nossa união... que destruiu a confiança num futuro bom...
Acabou!
Ja não existem mais natais, netos, sonhos...
Triste fim levará... longe de casa... jamais saberá o final feliz de cada um!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
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