Nossa cabeça, nossa juventude...
Como era boa nossa infância...
Quando brincavamos sem nos preocupar, sem ansiedade do que iriamos comer, ou viver...
Simplismente existia, e era aquilo nossa felicidade!
Real, terna e feliz!
Hoje, aos 31 anos, brincamos de viver, de ser intenso... meu coração pulsa... pulsa... pulsa...
Por todos os momentos e todas as razões... crio e destruo sentimentos...
Sentimentos esses que ao menos poderiam aflorar...
Mas como num aborto, não tem a oportunidade de viver...
Me desculpem...
Não sou eu quem dita as regras... são ditadas por onde a vida me levou...
Bem ou mal... sou assim... magoo ou curo... mas não me envolvo, sinto apenas e cuido quando é possível...
Mas para ser cuidada, preciso sentir, sentir, sentir...
Sempre!
sábado, 10 de abril de 2010
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